200 referências identificadas em O Dilema do Basilisco: Parte 3
Atualizado: 3 de set.

O último terço do livro O Dilema do Basilisco é marcado por uma profunda imersão na investigação da verdadeira natureza dos fenômenos. Marca a reta final para encontrar o sentido de todas as coisas. A leitura passa para um novo nível de abstração, porque escapa da fronteira do intelecto para uma sabedoria que utiliza as próprias emoções para dissolver as ilusões. Até o artigo 200 referências identificadas em O Dilema do Basilisco: Parte 2, tinham sido apontadas 126 referências. Seguem as últimas 74.
Capítulos 21 e 22: Tempo e meditação
O capítulo 21 tem como primeira frase o título de um filme de Richard Curtis127. A ideia de vale emocional do presente é de Zimbardo (já citado) e John Boyd128. Segue com as teorias da relatividade de Albert Einstein129 a partir de uma mudança nas hipóteses de Hendrik Lorentz130. O texto cita o experimento da escolha retardada idealizado por John Archibald Wheeler131. Continua com o conceito de vacuidade explicado por Geshe Kelsang Gyatso132. Finaliza com vários nomes dos estudos de modelos atômicos, como John Dalton133, Joseph Thomson134, Ernest Rutherford135, Niels Bohr136, Erwin Schrödinger (já citado), Werner Heisenberg137, Louis de Broglie138, Murray Gell-Mann139 e George Zweig140. Já o capítulo 22 entra numa seara de meditação usando o mito da Caverna de Platão141. Descreve o processo remetendo a Patânjali142 e, de certa forma, ao trabalho de Jon Kabat-Zinn143.
Capítulos 23 e 24: Verdades e Histórias
O capítulo 23 começa com uma reflexão sobre verdades inspirada em François de La Rochefoucauld144. Depois, prossegue para debater verdades íntimas a partir do exemplo da obra de Neil Gaiman145. O cerne do capítulo é uma explanação mística de A Divina Comédia de Dante Alighieri146. Menciona um fato pouco explorado de que Judas Iscariotes147 precisou trair Jesus para que a mensagem fosse propagada. Finaliza apresentando uma cena de um filme de Tim Burton148. Já o capítulo 24 discute sobre bases de imputação de autores já citados, mas acrescenta o exemplo do experimento de Fritz Heider149 e Marianne Simmel150. O texto aprofunda numa reflexão da História sem Fim, de Michael Ende151, sobre como as histórias impactam a realidade. Faz uma descrição do Apocalipse remetendo a algumas ideias de Agostinho de Hipona152 sobre a queda de Roma. Após apresentar As Mil e Uma Noites, o texto cita vários autores da literatura como Mirna Pinsky153, Joanne Rowling154, John Ronald Reuel Tolkien155, René Goscinny156 e Albert Uderzo157.
Capítulos 25 e 26: Conhecimento e Forma
O capítulo 25 traz um pensamento sobre a mente infantil ser isenta de preconceito baseada em Jean-Jacques Rousseau158. Apresenta traços da teoria do conhecimento cujo ponto de partida foi de Johannes Hessen159. Cita algumas experiências religiosas, dentre elas, a do fundador Hippolyte Rivail160. Desenvolve um entendimento amplo sobre a experiência virtual de Davey Wreden161. Finaliza citando a descoberta de Muhammad Ali al-Samman162 em Nag Hammadi e introduzindo a noção de Darma, proferida pelo próprio Sidarta Gautama163. Já o capítulo 26 cita Francisco de Assis164 e Tomás de Aquino165 como exemplos diferentes de mecanismos de fé. Entra na área matemática, mencionando Karl Weierstrass166, Helge von Koch167, Constantin Carathéodory168, Felix Hausdorff169, Benoît Mandelbrot170, e as imagens do telescópio James Webb171 como ilustrações de fractais.
Capítulos 27 e 28: Enigmas e Poder
O capítulo 27 introduz a ideia de codificação dos estímulos com alguns elementos de Aristóteles172 e de Ulrich Neisser173. Continua com a obra de Sófocles174, sobre Édipo, e segue com o enigma do urso, que extrapola a geometria de Euclides175, e com o enigma dos 10 chapéus, popularizado por Alex Gendler176. O texto finaliza citando o filme “A Caixa”, dirigido por Richard Kelly177. Já o capítulo 28 apresenta os tipos de poder de Wright Mills178. Conta sobre a parábola da “Espada de Dâmocles”, que ficou conhecida pelo autor Cícero179. Aponta também a conclusão sobre o esvaziamento de poder de Harold Stanley180 e termina com aquele que introduziu o mecanismo de execução da revolução francesa, Joseph-Ignace Guillotin181.
Capítulos 29 e 30: Rendição e Convergência
O capítulo 29 mostra uma reflexão sobre teoria e prática da fé que lembra o tema de Tomás de Kempis182. O texto direciona novamente para a matemática, citando diretamente o trabalho de Kurt Friedrich Gödel183. Segue com um famoso pensamento de Antoine de Saint-Exupéry184 e apresenta uma premissa do caminho da iluminação de Shantideva185. Finaliza com o conto da criatura “Progenitus”, de Jenna Helland186. Já o capítulo 30 vem com o conceito de entropia, de Rudolf Clausius187, e menciona o conto de Isaac Asimov188. Termina citando os protagonistas do projeto da Capela Sistina, Baccio Pontelli189 e Michelangelo di Lodovico190.
Capítulos 31 e 33: Infinito e Recomeço
O capítulo 31 se abre para a definição de infinito mencionando Émile Borel191, Francesco Paolo Cantelli192, Jorge Luís Borges193 e Maurits Cornelis Escher194, cada um com sua perspectiva de infinito. Cita o Cálculo Diferencial de Isaac Newton195. Já o capítulo 33 começa com uma elucidação sobre “As Indústrias do Futuro”, de Alec Ross196, e traz a leitura para o universo dos quadrinhos com Malcolm Wheeler-Nicholson197. Retorna à física de partículas com Paul Dirac198 e à física astronômica com Georges Lemaître199, por uma poética descrição do “Big Bang”. O epílogo dá a resposta ao enigma do monge, ela se refere diretamente a um trabalho de Roger Waters200.
Conclusão
Enfim, foram indicadas 200 referências utilizadas no livro O Dilema do Basilisco. São nomes de várias épocas, culturas e especialidades diferentes, sejam cientistas, filósofos, autores literários, artistas, ícones da história. A lista não é exaustiva. É possível identificar mais referências se o leitor atento se debruçar sobre o livro. Então, eis o desafio: Quantas referências mais você conseguiria identificar?



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